"Atenção senhoras e senhores passageiros, este avião está passando por sérios problemas e estamos tendo dificuldade para reestabilizá-lo."
"Vai cair!"
Possibilidades:
1a. Põe as mãos na cabeça e chora, chora, desesperada, você vai morrer, começa a engolir seco, a pressão tá subindo.
2a. "Jorge (namorado) você foi o maior amor da minha vida!" - E abraça Jorge chorando.
3a. "Gente, eu preciso falar!!!! Mauro (amigo seu e de Jorge), eu sempre gostei de você! Desculpa Jorge, é verdade! Ó, vamos todos morrer!" - E agarra Mauro na frente de Jorge.
4a. "Fodeu!!!! Ninguém é de ninguém!" - E agarra os 'aeromoços'.
esquete.
terça-feira, setembro 16, 2008
quinta-feira, agosto 07, 2008
Vagabundo não é fácil
"Vá! Se arranque da minha janela. Assim é tomar a frente do Sol. Tá pensando que tudo é futebol?
Ao menos leve uma certeza, você me deixa doído. Mas só não me deixará doido, porque isso sou, isso já sou."
Ao menos leve uma certeza, você me deixa doído. Mas só não me deixará doido, porque isso sou, isso já sou."
sábado, julho 12, 2008
Que se cuide quem não for meu irmão
Estou vestida com as armas de Jorge, pois
Mamy, não quero seguir definhando sol a sol.
Com meu escudo extraordinário me defendo,
Te ataco e ainda dou um drible até o gol.
Defendo a puta, defendo a vida, como carne crua.
Tempero um pouco mais e termino na tapioca. Ypióca.
Com lima, limão.
Ainda danço com mais três almas desgarradas.
Eu descareço de conselho.
Mamy, não quero seguir definhando sol a sol.
Com meu escudo extraordinário me defendo,
Te ataco e ainda dou um drible até o gol.
Defendo a puta, defendo a vida, como carne crua.
Tempero um pouco mais e termino na tapioca. Ypióca.
Com lima, limão.
Ainda danço com mais três almas desgarradas.
Eu descareço de conselho.
sexta-feira, junho 27, 2008
Eu já havia brincado, mas nunca me identifiquei tanto. O espaço, o laço, a luz cegando os olhos (sempre ela).
Meus últimos pensamentos foram basicamente isso. Isto aqui pra mim está um porre, mas sem mais preocupações.
Porque a vida é linda!
Mas quando o veneno atrai todos seus males para ela, ficamos incolores.
Alguém me prendendo, não deixando fazer o que almejo.
Essa ânsia da cidade, por mais nervosos que fiquem os nervos, me apaixona.
---
"Amar como eu te amei, ninguém
Mas foi só provar do teu veneno
Eu fiquei largado no sereno
Aí me transformei
Já sei gostar de mim também
Chorar como eu chorei, ninguém
Mas chorar foi meu contra-veneno
Pois depois do meu pranto moreno
Eu me purifiquei
E agora eu já me sinto bem
Em teus braços fui brinquedo
Feito pedra falsa, furta-cor
No sereno eu vi que era um rochedo
Jóia de botar no dedo
Gema de minerador
Venha pro clarão da lua
Vamos ver quem tem real valor
Quem for o brilhante continua
E quem for pedra da rua
Vira anel de mercador
Chorar ..."
Meus últimos pensamentos foram basicamente isso. Isto aqui pra mim está um porre, mas sem mais preocupações.
Porque a vida é linda!
Mas quando o veneno atrai todos seus males para ela, ficamos incolores.
Alguém me prendendo, não deixando fazer o que almejo.
Essa ânsia da cidade, por mais nervosos que fiquem os nervos, me apaixona.
---
"Amar como eu te amei, ninguém
Mas foi só provar do teu veneno
Eu fiquei largado no sereno
Aí me transformei
Já sei gostar de mim também
Chorar como eu chorei, ninguém
Mas chorar foi meu contra-veneno
Pois depois do meu pranto moreno
Eu me purifiquei
E agora eu já me sinto bem
Em teus braços fui brinquedo
Feito pedra falsa, furta-cor
No sereno eu vi que era um rochedo
Jóia de botar no dedo
Gema de minerador
Venha pro clarão da lua
Vamos ver quem tem real valor
Quem for o brilhante continua
E quem for pedra da rua
Vira anel de mercador
Chorar ..."
quinta-feira, junho 19, 2008
domingo, junho 15, 2008
sexta-feira, maio 23, 2008

Eu o considero um ufólogo. Apesar de seus conhecimentos virem de documentários da Discovery, Nat Geo, Jornada nas Estrelas (Star Trek ele preferia chamar), Universo Elegante e até livros de Stephen Hawking, era bom entendedor da coisa. Sempre que sentávamos no tradicional Cirandinha ele relatava o acontecimento em que Tio Miro e amigos como Antonio e Olivar viram do Forte Copacabana, em 1978, uma frota de ovnis rasgando o céu carioca. Papos de duendes, luzes mal vistas que sorriam, crendo ou não crendo, não importa. Ópio tem quem não discute isso.
A verdade está lá fora. hahaha
quinta-feira, maio 15, 2008
Tive um pouco de insônia pela manhã e bastou isso para eu me perder completamente.
Quando você disse que minha auto-crítica me massacrava, resolvi agir contra tudo que bloqueia.
As histórias de vida que me contam viraram admiração.
Desejei que meu sorriso e meu olhar deixassem de ter o tom de sonsa.
A insônia se transformou em sonho e estes, por descuido meu, deixei que se perdessem.
E assim está sendo, completamente.
---
Ao meu mais novo amigo.
Quando você disse que minha auto-crítica me massacrava, resolvi agir contra tudo que bloqueia.
As histórias de vida que me contam viraram admiração.
Desejei que meu sorriso e meu olhar deixassem de ter o tom de sonsa.
A insônia se transformou em sonho e estes, por descuido meu, deixei que se perdessem.
E assim está sendo, completamente.
---
Ao meu mais novo amigo.
domingo, maio 04, 2008
Domingo padrão
Por muitas vezes a graça de viver me vem à cabeça.
Viagens, comida, amores, não me a pena valem. Não no momento.
Uma vitória ou outra aumenta o ego de qualquer um, mas só de imaginar um futuro padrão... que sem graça.
A otimização do trabalho/esforço de tudo valem. Quem é que não gosta de fazer bonito? (Engraçado que no contexto de cada indivíduo isso ganha uma cara nova)
Mas se chegar ao futuro padrão, ah. Não vale.
Sempre a dúvida.
E Graças!
Ah sim. E por hoje: viva o Mengão!
Viagens, comida, amores, não me a pena valem. Não no momento.
Uma vitória ou outra aumenta o ego de qualquer um, mas só de imaginar um futuro padrão... que sem graça.
A otimização do trabalho/esforço de tudo valem. Quem é que não gosta de fazer bonito? (Engraçado que no contexto de cada indivíduo isso ganha uma cara nova)
Mas se chegar ao futuro padrão, ah. Não vale.
Sempre a dúvida.
E Graças!
Ah sim. E por hoje: viva o Mengão!
domingo, abril 06, 2008
Roda Gigante - Chico Buarque
Lembra, amor
Do tempo em que existia, amor
O beijo escondido no parque de diversões
E depois,
Brincando de brincar
Nos brinquedos parados
Nós dois.
Me leva ao céu, roda gigante
E o carrossel não pára um instante
Você e eu
Brincamos tanto
É que só o amor não era um faz de conta
Montanha russa emocionante
Túnel do amor apaixonante
Tapete mágico, aviãozinho, trem fantasma
E a noite então
Lembra você, mas qual você
Não lembra não.
---
pré Roda-Viva. 65, 66.
Do tempo em que existia, amor
O beijo escondido no parque de diversões
E depois,
Brincando de brincar
Nos brinquedos parados
Nós dois.
Me leva ao céu, roda gigante
E o carrossel não pára um instante
Você e eu
Brincamos tanto
É que só o amor não era um faz de conta
Montanha russa emocionante
Túnel do amor apaixonante
Tapete mágico, aviãozinho, trem fantasma
E a noite então
Lembra você, mas qual você
Não lembra não.
---
pré Roda-Viva. 65, 66.
quarta-feira, março 26, 2008
Quero deixar claro que o que vale é a sua opinião. Não adianta, nem nunca vai adiantar, eu expor tudo que penso e tentar te corromper, te corroer por dentro. No final, você até depois de ter me ouvido, talvez compreendido, não vai mudar seu parâmetro.
A novidade é que se tropeçar fosse pouco, motivos para vir aqui não existiriam.
Seja qual for seu credo, crença ou religião. Parou pra pensar o que te move, né? Parou pra refletir, se desesperar, o porquê de estar cá nesse mundo. A discussão é mais velha que Arquimedes, Kepler, Dercy e Jesus.
E ficamos nós, meros quase vinte anos (um ou outro cinquentão), a discutir epifanias, catarses e todos tipos de tensões em manhãs de brisa.
A novidade é que se tropeçar fosse pouco, motivos para vir aqui não existiriam.
Seja qual for seu credo, crença ou religião. Parou pra pensar o que te move, né? Parou pra refletir, se desesperar, o porquê de estar cá nesse mundo. A discussão é mais velha que Arquimedes, Kepler, Dercy e Jesus.
E ficamos nós, meros quase vinte anos (um ou outro cinquentão), a discutir epifanias, catarses e todos tipos de tensões em manhãs de brisa.
quinta-feira, março 06, 2008
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Dizem que o Governo vai cair

Problema de saúde é coisa séria...
Chega ser engraçado ver todas aquelas pessoas, algumas de cabeça bem fechada, advertirem que "agora vai dar certo" após anunciada a saída de Fidel. Aqueles que sempre o viram como o sangüinário, pior ditador do mundo moderno, e foram contra sua resistência ao imperialismo norte americano.
Se vamos dialogar como adultos, me diz, então: Pacatatucutia não?
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Adeus por 8 dias

Me despeço da terrinha
Das lentas caminhadas de meus dias
Onde apertada, machucada, suada e com frio
Vivi feliz
Desta vez ganhei marcas em meu braço
Limpei os pés e reencontrei você
Você, você e você
Sorri mais uma manhã
Para que esse tempo não agoure os daqui e os dali
Conseqüentemente, mais alegrias sinceras para o fim do carnaval
Desfazendo rápido meu tempo, pois a ansiedade mata e
Perturba
Que se tenha boa quinta-feira e vejo você na outra semana
Vejo você na outra semana.
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Andei medindo minhas atividades produtivas e concluí que eu não passo da figura do desleixo, da preguiça. Não sei o que se passa, mas eu ando devagar.
Nesse mundão de milhões é fato que quase ninguém faz a fina questão de aprimorar-se intelectualmente; é só no superficial. Me sinto assim às vezes. Uma pseudo que trouxe do passado.
Talvez não tenha entrado no pique, apenas. Isso não vejo como lamentação, por favor, hein. Fiz a pausa pois hoje (agora pouco na verdade), deitei pra dormir e nem tirei o anel do dedo. Incomoda dormir de anel.
Nesse mundão de milhões é fato que quase ninguém faz a fina questão de aprimorar-se intelectualmente; é só no superficial. Me sinto assim às vezes. Uma pseudo que trouxe do passado.
Talvez não tenha entrado no pique, apenas. Isso não vejo como lamentação, por favor, hein. Fiz a pausa pois hoje (agora pouco na verdade), deitei pra dormir e nem tirei o anel do dedo. Incomoda dormir de anel.
domingo, dezembro 30, 2007
Sai!
sábado, dezembro 15, 2007
Saída de praia
Sol lindo, caloroso, cancerígino
Nos cega por instantes
Enquanto os pés a atravessar os grãozinhos formam a concordância do dia não útil
É, se todas as vezes fossem assim
Esse seu andar na calçada
A calma que não rompe
Ardendo minha pele com sal
De leve no olhar fitando o azul céu
Passeios entre o vento
Os cabelos
A dança dos elementos
Musa música
Nos cega por instantes
Enquanto os pés a atravessar os grãozinhos formam a concordância do dia não útil
É, se todas as vezes fossem assim
Esse seu andar na calçada
A calma que não rompe
Ardendo minha pele com sal
De leve no olhar fitando o azul céu
Passeios entre o vento
Os cabelos
A dança dos elementos
Musa música
terça-feira, novembro 06, 2007
Me pediram pra pensar em arrependimento e eu recusei.
Tive muitos, mas não cabe lembrar agora.
Embalei três bolas de serpentina e joguei na grande lona.
Vi tal moça rodando a saia com o espírito ao lado
E chuva de prata no céu.
Não era Lia, era eu.
Quantas cagadas foram feitas
Quanto desgosto sofri
De peito alegre me vi
E meu fio longo, repleto de curvaturas, andei.
Tive muitos, mas não cabe lembrar agora.
Embalei três bolas de serpentina e joguei na grande lona.
Vi tal moça rodando a saia com o espírito ao lado
E chuva de prata no céu.
Não era Lia, era eu.
Quantas cagadas foram feitas
Quanto desgosto sofri
De peito alegre me vi
E meu fio longo, repleto de curvaturas, andei.
segunda-feira, outubro 08, 2007
Foi pro céu
Brindemos a ele
O radialista simpatia
Que vive no samba trocando olhares
E cantando bonito.
Brindemos a ele
Rapaz de simples beleza
De calças engraçadas
E sorriso amigo.
Terminemos a garrafa a ele
Que aqui nos interrompe na psicologia
E com muita alegria e copo na mão
Cumprimos aqui nossa missão.
Por Laís D. e Mariana
- Seu Pires, RJ 2007.
O radialista simpatia
Que vive no samba trocando olhares
E cantando bonito.
Brindemos a ele
Rapaz de simples beleza
De calças engraçadas
E sorriso amigo.
Terminemos a garrafa a ele
Que aqui nos interrompe na psicologia
E com muita alegria e copo na mão
Cumprimos aqui nossa missão.
Por Laís D. e Mariana
- Seu Pires, RJ 2007.
sábado, agosto 18, 2007
multiColor
Cabelos verde, amarelo, violeta e transparente. Caspas de purpurina. Barbas azul-anil. Uma fotografia que parou no tempo dando a todos boas vindas. Foi bom, muito bom, nublado sem lamúria. Deu em samba, batuque, funk. Depois discotecagem, cerveja, risos, mais cerveja. Uma penca de amigos, acabou a cerveja, lanche. Novatos que somos, mui breve seremos. E no fundo todos são.
Mais 160 pra família.
Mais 160 pra família.
terça-feira, julho 24, 2007
Conto rápido sobre a pirua
Essa história é real. No meu tempo de jazz (a dança), reduto das mini ladies da zona sul, enquanto esperava o início da minha aula sempre viajava um pouco observando as pessoas em volta. A maioria eram mães e babás que aguardavam o fim da aula infantil pra buscar as filhas. O engraçado é que era tanta mãe dondoca às 5 horas da tarde que eu criava a história de vida de cada uma delas na cabeça. Sempre na moda (na moda não é sinônimo de bem vestida neste relato. No dia em que sapato bico fino imitando couro de jacaré for considerado bonito, eu visto um tênis de cada cor. - sei que tem gente que já faz isso, mas eu nunca faria até então.), com cabelo, unhas e maquiagem em dia, era divertido ver elas procurando o que fazer nesse meio tempo. Pegavam a "Caras" do cabide de revistas e folheavam mega interessadas. Não devem, nem deviam ter trabalho. No máximo donas de loja. Mas eram simpaticíssimas, juro. Não falei isso com o intuito de você pensar "Ahh, mas eu não acredito. Não caio nessa."; não penso e agora não mais julgo alguém por sua aparência ou por, em plenas 5 horas da tarde, estar livre e desocupada. Até que ao final da aula da criançada, via uma das mães abraçando sua filha, arrumando a presilha do cabelo da mesma, e pedindo pra trocar a roupa rápido porque o motorista já tava dando a volta no quarteirão. A filha perguntava se ia poder assistir "Meninas Superpoderosas" depois do jantar e a mãe concordava contanto que antes das 21h ela já estivesse na cama, pois no dia seguinte tinha de acordar cedo pra aula de inglês no 'Dice'. E ela, mãe, vivia como? Aposto que chegava em casa, esperava o maridão pra jantar e conversavam sobre toda burocracia de algum processo que a empresa em que ele trabalha estava sofrendo. Talvez ela já esteja planejando as férias de Julho, o chá com as amigas no final de semana seguinte. E o grande dia? Chegaria? Não consegui imaginar o que seria o grande dia...
=/
=/
segunda-feira, julho 02, 2007
O hematoma cura rápido
O cobertor me aquecendo, não esperava esse frio no Rio de Janeiro, e eu, já meio mal, conversei com a consciência. Primeiro lhe dei forma; ela é uma miniatura minha, às vezes vem em forma de criança, às vezes vejo só seu rosto. Me senti idiota outra vez, recebi o comum esporro de "Mas você não é assim!", insisti em olhar, doeu.
Mil frases de pára-choque de caminhoneiro vieram à cabeça, com teminhas de auto-valorização; no caso, de mim.
Acordei ainda com o resfriado da outra semana e a dor passou. Mas ela vem, volta, concluí coisas pra ela não vir mais. Vocês estão certos, levei um socão na cara.
Parou a via-expressa.
Mil frases de pára-choque de caminhoneiro vieram à cabeça, com teminhas de auto-valorização; no caso, de mim.
Acordei ainda com o resfriado da outra semana e a dor passou. Mas ela vem, volta, concluí coisas pra ela não vir mais. Vocês estão certos, levei um socão na cara.
Parou a via-expressa.
domingo, junho 10, 2007
Mix de poesias
Se perceber, vários dos poemas têm vocabulário semelhante por mais que sejam de diferentes autores. Pode-se dizer que foi algo predominante nos dias em que foram trabalhadas. hahaha
Lebronx Boemia Elite
Sentada em meio a babacas e falsos cantores,
após o quarto chopp e a fumaça que vem como um véu,
reflito e penso a que ponto cheguei.
Um rapaz viciado, outro mal-encarado.
Um de amarelo e outro que só risadas dá.
Um duende de verde e outro com ideologia incerta.
Estarei, mais uma vez, só cumprindo minha meta?
Que se dane, a vida me espera.
(Mariana Solis)
Sem Título
Onde estará
O leve e doce sabor da melatonina?
Me seduz
Me conduz
Me leva
Mas o eterno gosto amargo
Permance na boca.
Diante o véu de pensamento,
Levanto.
Acendo um cigarro.
Mas nada tira o gosto amargo
Enquanto os meus pensamentos e desejos
Entrelaçarem minha razão.
(Carlos Px)
Um Brinde Ao Gal!
Dedicado ao amigo João Galva
Se é entusiasmo o que sente
Isto mostra com vontade
Óóóó!!
Saldemos com razão
Ao maior comilão da entidade
Um brinde ao eterno alvo
Brindemos ao Gal!!
(Mariana Solis)
Poesia Romântica Do Carlos
A obra-prima do rapaz!
Diante um turbilhão de idéias
Algo me puxa
Tão sutil como as mãos
De quem guia a mais bela dama ao salão.
Você me encontra nos meus pensamentos
A
F
U
N
D
A
D
A na minha cama
Vício.
Suas coxas roçam com a minha
Sinto meu corpo dormente
Diante do seu peso
Até o sol queimar meus olhos
Me viro.
Pois já que não posso ter seu corpo
Me embriagarei com tua alma.
(Carlos Px - Observação do autor: "Não escrevo certo, pq sou futurista")
SÉRIE BABACA:
Lebronx Boemia Elite
Sentada em meio a babacas e falsos cantores,
após o quarto chopp e a fumaça que vem como um véu,
reflito e penso a que ponto cheguei.
Um rapaz viciado, outro mal-encarado.
Um de amarelo e outro que só risadas dá.
Um duende de verde e outro com ideologia incerta.
Estarei, mais uma vez, só cumprindo minha meta?
Que se dane, a vida me espera.
(Mariana Solis)
Sem Título
Onde estará
O leve e doce sabor da melatonina?
Me seduz
Me conduz
Me leva
Mas o eterno gosto amargo
Permance na boca.
Diante o véu de pensamento,
Levanto.
Acendo um cigarro.
Mas nada tira o gosto amargo
Enquanto os meus pensamentos e desejos
Entrelaçarem minha razão.
(Carlos Px)
Um Brinde Ao Gal!
Dedicado ao amigo João Galva
Se é entusiasmo o que sente
Isto mostra com vontade
Óóóó!!
Saldemos com razão
Ao maior comilão da entidade
Um brinde ao eterno alvo
Brindemos ao Gal!!
(Mariana Solis)
Poesia Romântica Do Carlos
A obra-prima do rapaz!
Diante um turbilhão de idéias
Algo me puxa
Tão sutil como as mãos
De quem guia a mais bela dama ao salão.
Você me encontra nos meus pensamentos
A
F
U
N
D
A
D
A na minha cama
Vício.
Suas coxas roçam com a minha
Sinto meu corpo dormente
Diante do seu peso
Até o sol queimar meus olhos
Me viro.
Pois já que não posso ter seu corpo
Me embriagarei com tua alma.
(Carlos Px - Observação do autor: "Não escrevo certo, pq sou futurista")
SÉRIE BABACA:
Em C
Meu coração arde
Como uma ferida de cigarro
O chopp acabou
Vou pro meu carro.
(Pedro H. Assy)
Sem Título
O chopp acabou
O cigarro se apagou
Eu estou com sono
Então vamos embora,
Porra!
( J. M. Senise)
Sem Título
O chopp acabou, porém o cigarro não.
Sendo o vício maior, escolhemos o maior;
e o maior é o cigarro!
(Lucas "Douglas" Paiva)
Juliana, Segura Essa Porra
Paredes verdes nos cercam.
Papo vai, papo vem e o grito de
glória ressurge da mesa de trás.
"Você espera que eu morra?
Juliana, segura essa porra!!!"
(Mariana Solis)
---
Encantado Dourado
Meu belo serafim sempre em mente
Penso o que o entretem neste instante.
Mal sabe ele que aqui há quem sente
muito mais que a saudade de seu abraço.
É saudade da amizade, da presença.
C'est fini!
Assinar:
Postagens (Atom)



